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quarta-feira, março 04, 2015
terça-feira, novembro 04, 2014
Grilli - Indaiatuba
sexta-feira, fevereiro 21, 2014
Joe & Leo´s Campinas é a primeira casa da RMC a lançar cerveja premium com seu próprio nome
Conhecido por trabalhar somente com marcas de cervejas consideradas especiais, o Joe & Leo´s Restaurant Family de Campinas está ampliando sua carta com o lançamento de uma cerveja artesanal com seu próprio nome. A St Joe Beer, primeira cerveja exclusiva que leva o nome de um restante ou bar na Região Metropolitana de Campinas (RMC), é uma bebida artesanal com sabores de laranja e coentro e foi desenvolvida para um público cada vez maior e exigente que aprecia as chamadas bebidas especiais.
Criada por uma cervejaria da região, a St Joe Beer é uma cerveja encorpada de trigo tipo Witbier clara, de origem belga, temperada com casca de laranja e sementes de coentro. Em embalagem de 355 ml, possui uma fermentação alcoólica de apenas 5,2%. Seu sabor foi desenvolvido para que possa harmomizar com os pratos da casa. A chegada de uma segunda opção de cerveja com sabores diferentes já está sendo desenvolvida e deve chegar à casa até o inicio do próximo ano.
De acordo com Carlos Americo Louredo, diretor do Joe & Leo´s Campinas, há cinco anos a casa trabalha somente com toda a linha de cervejas artesanais comercializadas pela Brasil Kirin (Baden Baden, Eisenbhan e Devassa), que hoje está entre os cinco produtos mais vendidos na casa. “Há algum tempo vínhamos pesquisando o mercado e procurando uma cervejaria regional para desenvolver um produto que levasse nossa própria marca a ser oferecido como mais uma opção em nossa carta de cervejas”, conta Louredo. “Antes de lançarmos a St Joe Beer desenvolvemos testes e degustações com um grupo restrito de amigos e clientes até chegar à versão que estamos vendendo em nossa unidade de Campinas”, completa.
Segundo Louredo, o fato de criar uma cerveja com marca própria não significa que a casa vai abrir mão das cervejas especiais já comercializadas. “Muito pelo contrário. São marcas reconhecidas no Brasil e premiadas internacionalmente que trouxemos com exclusividade para Campinas e que vamos manter em nosso cardápio”, avisa. “O que estamos fazendo hoje, com a marca própria, é ampliar as opções aos nossos clientes, dando a ela oportunidade de conhecer e degustar novas cervejas”.
sexta-feira, setembro 06, 2013
Não fuja das cervejas escuras!
Foram décadas seguidas martelando na cabeça do consumidor que cerveja é uma bebida clara, a ser bebida muito gelada. Se for escura, é leve e muito, muito doce. Esse mantra ainda ecoa nas preferências da esmagadora maioria dos consumidores brasileiros.
Nos anos 90, o cenário começou a mudar. A abertura dos mercados, há pouco mais de 20 anos, permitiu a chegada de rótulos antes acessíveis somente aos que viajavam ao exterior. A estabilidade da economia também inflou o número destes viajantes, ampliando o repertório de cada um. Hoje, é fácil perceber um leque cada vez maior de escolhas nos supermercados, empórios, bares e restaurantes.
Contudo, uma crença arraigada não se dissipa da noite para o dia. É preciso persistência. Como profissional da área, procuro desmistifica-la sempre que surge uma oportunidade.
Cerveja escura não é necessariamente cerveja “preta”. Os tons variam do âmbar suave ao negro absoluto e a variação de aromas e sabores é ainda maior que a paleta de cores.
Na Bélgica, temos as cervejas do tipo abadia, mais adocicadas e alcoólicas. Um degrau acima, estão as trapistas, produzidas em apenas sete mosteiros (um deles esta na Holanda). Complexas, aromáticas e com teor alcoólico elevado, são mais caras e feitas para uma degustação lenta, tal como uma liturgia.
Na Grã-Bretanha, temos as Pale Ale e Bitter, estilos que equilibram malte e lúpulo com maestria. O amargor não chega a ser intenso como o de uma IndiaPale Ale, variante mais potente e com dose extra de lúpulo. Há ainda o estilo BarleyWine, ou “vinho de cevada”, com bastante álcool e malte, bom para acompanhar pratos robustos. Um estilo pouco conhecido, Wee Heavy, é oriundo da Escócia, excelente para os dias mais frios. Finalmente, as escuras Porter e Stout, esta última popularizada pela cervejaria Guinness. Aqui, o tostado predomina, com amargor marcante.
Na Alemanha, temos a Bock e a Doppelbock (mais forte), geralmente em tons castanho-avermelhados, cervejas de baixa fermentação (lager) e maior teor alcoólico, elaboradas com malte levemente tostado. Para quem não quer muito álcool, mas gosta de cerveja escura, a dica são os estilos Dunkel e Schwarzbier. Já os apreciadores das cervejas de trigo ficarão encantados com a Weinzenbock, uma Bock de trigo.
Há ainda outros estilos, mas, a partir destes, é possível iniciar uma jornada bem interessante pelo lado escuro da cerveja. Aventure-se!
Acesse e confira! http://www.gastrovia.com.br/noticia/2370/nao-fuja-das-cervejas-escuras
Créditos: Alessandro Pinesso / Gastrovia
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